Pronúncia do CPG relativamente à Estratégia Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar – ENCDA 2025+

No âmbito da Consulta Pública da nova Estratégia Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar 2025+, promovida pelo GPP do Ministério da Agricultura e Mar, o Conselho Português de Gastronomia emitiu o seu Parecer de onde se destacam três ideias principais:
1) Depois de campanhas extensivas sobre a redução do desperdício alimentar, o consumidor não pode continuar a recolher toda a tónica do discurso, em face da complexidade e dos desperdícios e das perdas alimentares nos sistemas alimentares.
2) No entanto, existe ainda margem para a melhoria dos aspetos relacionados com o aproveitamento de alimentos não consumidos, como planeado, no curso dos imponderáveis alimentares de sociedades cada vez mais ligadas e dinâmicas.
3) Por outro lado, aos agentes dos serviços de Restauração deve ser solicitada maior responsabilidade na distinção entre desperdícios, sobras e restos, promovendo o uso eficiente de técnicas de acondicionamento e refrigeração contemporâneas, que permitem a regeneração alimentar, sempre respeitando os limites da higiene e segurança alimentar.

Pode ler este Parecer em profundidade no documento abaixo:


Membros colaboradores: Elsa Alves, Mónica Truninger e Óscar Cabral (Sóci@s Fundadores)

Membro Relator: Óscar Cabral

Subscritores, nos termos do Modelo de Opinião Estruturada: Cristina Melo, Raquel Moreira (Sócias Fundadoras).


Sobre o MODELO DE OPINIÃO ESTRUTURADA:

O Conselho Português de Gastronomia apresenta-se e preconiza espaços de debate plurais e de livre opinião, criando para o efeito o Modelo de Opinião Estruturada (MOE).

O MOE é um mecanismo de partilha de tomadas de posição individuais ou coletivas através do qual permite que um (ou mais) Membro(s) do CPG exprima(m) a sua opinião e que outros Membros possam subscrevê-laexpandi-la ou discordar, apresentando um contraditório, robustecendo as análises efetuadas.

As opiniões dos Membros aqui refletidas ou difundidas são da responsabilidade dos seus subscritores e não vinculam, por qualquer meio, no seu todo, ou em parte, as tomadas de posição oficiais do CPG, Conselho Português de Gastronomia, aprovadas pela sua Direção.

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